O calendário do varejo mudou: como as marcas estão criando novas datas para vender mais

O calendário do varejo mudou: como as marcas estão criando novas datas para vender mais

Durante muito tempo, o varejo operou seguindo um calendário previsível. Datas tradicionais como Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais concentravam grande parte das vendas ao longo do ano. Hoje, esse modelo já não explica mais o ritmo do consumo.

O varejo contemporâneo deixou de apenas reagir às datas existentes para assumir um papel muito mais ativo. Em vez de esperar momentos tradicionais do calendário, as marcas passaram a criar seus próprios marcos comerciais, inventar motivos de compra e estruturar uma agenda contínua de campanhas e ativações.

O Ecommerce mudou de novo. E a maioria ainda não percebeu

O Ecommerce mudou de novo. E a maioria ainda não percebeu

Se você ainda acredita que vender online se resume a subir produtos e rodar anúncios, já está atrasado. Março de 2026 deixou isso evidente. O mercado não está mais discutindo apenas como vender mais, mas sim quem vai continuar relevante nos próximos meses.
O nível de exigência subiu. O consumidor mudou. E quem não acompanha esse movimento começa a perder espaço, mesmo sem entender exatamente o porquê.

Marketing que escuta vende mais: como a IA está redefinindo engajamento, personalização e competitividade

Marketing que escuta vende mais: como a IA está redefinindo engajamento, personalização e competitividade

Existe uma contradição no Marketing atual.
Nunca tivemos tantos dados sobre comportamento, jornada e intenção de compra.
E, ao mesmo tempo, nunca foi tão comum ver marcas desconectadas da realidade do seu próprio cliente.
A diferença entre acumular informação e gerar compreensão estratégica é o que separa empresas comuns das que lideram mercado.

O novo jogo não é sobre falar mais.
É sobre escutar melhor.

Empresas B2B que dependem de indicação não tem um processo comercial, tem sorte

Empresas B2B que dependem de indicação não tem um processo comercial, tem sorte

Durante muito tempo, a indicação foi vista como o caminho mais nobre para gerar novos negócios no B2B. E ela realmente é valiosa.
O problema começa quando ela é o único caminho. Empresas B2B que vivem apenas de indicação não têm previsibilidade, não têm escala e não têm controle. Elas reagem ao mercado em vez de conduzi-lo. E isso vale para indústrias, prestadores de serviço, consultorias, agências e também para profissionais liberais, como advogados, contadores e médicos que atuam no modelo B2B.

E-commerce brasileiro cresce 15,3% e atinge R$ 235,5 bilhões em 2025. O que isso revela sobre o futuro das vendas no Brasil

E-commerce brasileiro cresce 15,3% e atinge R$ 235,5 bilhões em 2025. O que isso revela sobre o futuro das vendas no Brasil

O comércio eletrônico brasileiro manteve uma trajetória consistente de crescimento em 2025. Segundo dados da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce, o setor alcançou R$ 235,5 bilhões em faturamento, representando alta de 15,3% em relação ao ano anterior.
Mais do que um dado expressivo, esse número confirma uma consolidação: o digital deixou de ser um canal complementar e passou a ser estrutura central de vendas para empresas de todos os portes. A questão não é mais se o e-commerce vai crescer. A pergunta é quem está preparado para crescer junto.